Diário Oficial da União - Seção 1
RESOLUÇÃO COFEN Nº 802, DE 16 DE JANEIRO DE 2026 — página do DOU de 22/01/2026
- Seção
- Seção 1
- Data
- Edição
- 1
- Página
- 74
http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05152026012200074
Seção 1
10. Dengue
.
.Nome do Medicamento
.
.Concentração
.Apresentação
.Uso principal
.Protocolo/
Documento MS
de referência
.
Dipirona sódica
.
.50 mg/mL e
500 mg/mL
.Solução oral (gotas/xarope)
analgésico/
antipirético
Dengue:
Manual de
Enfermagem
. .
.
.500 mg
.Comprimido
.
.
.
Paracetamol
.
.200 mg/mL
.Solução oral
analgésico/
antipirético
Dengue:
Manual de
Enfermagem
. .
.
.500 mg
.Comprimido
.
.
.
.Sais de reidratação oral (SRO)
.
.Cloreto de sódio: 45 mmol/L
Cloreto de potássio: 20 mmol/L
Citrato trissódico di-hidratado: 10
mmol/L
Glicose anidra: 75 mmol/L
.Pó para solução oral
.Hidratação oral
.Dengue:
Manual
de
Enfermagem
.
.Soro Fisiológico 0,9%
.
.500 mL
.Solução endovenosa
.Hidratação venosa
.Nota
técnica
nº01/2024
Comitê
de
Operações
de
Emergência em
Saúde
Coes/Cofen
REFERÊNCIAS
Brasil. Ministério da Saúde. Dengue: manual de enfermagem / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde; Secretaria de Atenção à Saúde. - 2. ed. Brasília:
Ministério da Saúde, 2013.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança [recurso
eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Doenças Transmissíveis - 6. ed. - Brasília: Ministério da Saúde, 2024.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da
pessoa tabagista / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2015. 154 p. : il. (Cadernos da Atenção
Básica, n. 40)
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de quadros de procedimentos: Aidpi Criança: 2 meses a 5 anos / Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde, Fundo
das Nações Unidas para a Infância. - Brasília: Ministério da Saúde, 2017.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Manual AIDPI Neonatal : quadro de procedimentos / Ministério da
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas; Organização Pan-Americana da Saúde. - 5. ed. 1. reimpr. - Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento / Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2012. 272 p.: il. - (Cadernos de Atenção Básica, nº 33).
Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa - Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Protocolo Clínico e Diretrizes
Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição de Risco (PEP) à Infecção por HIV, ISTs e Hepatites Virais [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia,
Inovação e Complexo da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. - Brasília : Ministério da Saúde, 2024.
Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) Oral à Infecção pelo HIV [recurso eletrônico] / Ministério da
Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. - Brasília : Ministério da Saúde, 2025.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Tuberculose na
atenção primária: protocolo de enfermagem / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente
Transmissíveis. - Brasília : Ministério da Saúde, 2022.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no
Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. - Brasília: Ministério da Saúde, 2019.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo de vigilância
da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis no Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções
Sexualmente Transmissíveis. - 2. ed. - Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico
e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. -
Brasília : Ministério da Saúde, 2022.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Promoção da Saúde. Caderno dos programas nacionais de suplementação de
micronutrientes [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Departamento de Promoção da Saúde. - Brasília : Ministério da Saúde,
2022.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : diabetes mellitus /
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 160 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 36)
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão
arterial sistêmica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 128 p. : il. (Cadernos de Atenção
Básica, n. 37)
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Prevenção clínica de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 56 p. - (Cadernos de Atenção Basíca nº 14).
COFEN. NOTA TÉCNICA Nº 001/2024 - COMITÊ DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE COES/COFEN - Competências e Atribuições do Enfermeiro para enfrentamento
a epidemia de dengue em situação de emergência em saúde pública.
RESOLUÇÃO COFEN Nº 802, DE 16 DE JANEIRO DE 2026
Atualiza o Anexo da Resolução Cofen nº 690, de 4 de
fevereiro de 2022, que normatiza a atuação do
Enfermeiro
no
Planejamento
Familiar
e
Reprodutivo.
O CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM - COFEN, no uso das atribuições que
lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento Interno da
Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 726, de 15 de setembro de 2023, e
CONSIDERANDO a competência do Cofen descrita no art. 8º, inciso IX e art. 15,
inciso XII, da Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973;
CONSIDERANDO o disposto no art. 21, inciso XII, do Regimento Interno do
Cofen, aprovado pela Resolução Cofen nº 726/2023, que autoriza o Conselho Federal de
Enfermagem baixar Resoluções, Decisões e demais instrumentos legais no âmbito do
Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem;
CONSIDERANDO que a alteração no quantitativo de inserções decorreu do
entendimento do Plenário do Cofen, sustentado nas referências bibliográficas nacionais e
internacionais, conforme consta no Parecer elaborado pela Câmara Técnica de Enfermagem
em Saúde da Mulher - CTESM/Cofen (SEI nº 1190247), as quais indicam uma variação entre
3 e 20 inserções, sendo a média encontrada entre 8 e 10 inserções para ser considerado
apto, e, ainda, no estudo considerado mais técnico e aderente à realidade brasileira,
realizado pelo Hospital Sofia Feldman, em Minas Gerais, que, adotando como critério a
Resolução Cofen nº 690/2022, concluiu ser suficiente a realização de 10 inserções
supervisionadas;
CONSIDERANDO a decisão do Cofen em sua 584ª Reunião Ordinária de
Plenário, realizada no dia 8 de dezembro de 2025, e tudo o mais que consta no Processo
SEI Cofen nº 00196.005974/2024-15; resolve:
Art. 1º A Resolução Cofen nº 690, de 4 de fevereiro de 2022, que normatiza a
atuação do Enfermeiro no Planejamento Familiar e Reprodutivo, passa a vigorar com o
Anexo devidamente aprovado pela presente Resolução.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
MANOEL CARLOS NERI DA SILVA
Presidente do Conselho
VENCELAU JACKSON DA CONCEIÇÃO PANTOJA
Primeiro-Secretário
ANEXO DA RESOLUÇÃO COFEN Nº 690, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022
REGULAMENTA A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO PLANEJAMENTO FAMILIAR
E REPRODUTIVO.
I. Métodos:
1. Métodos de barreira: Previnem
a concepção impedindo que os
espermatozoides se aproximem dos óvulos, seja por bloqueio mecânico ou químico.
São exemplos de anticoncepcionais de barreira os preservativos masculinos
e
femininos, o diafragma, os espermaticidas, o capuz cervical e as esponjas vaginais.
2. Métodos hormonais: Previnem a gravidez por interferirem no ciclo
ovariano, na capacidade de o endométrio acomodar o embrião ou na migração e
capacitação dos espermatozoides. Dependendo do método, podem ser administrados
por via oral, injetável, subcutânea, percutânea, vaginal ou intrauterina.
3. Métodos comportamentais: São técnicas de identificação dos sinais de
ovulação pelas mulheres. Para evitar a concepção, as relações sexuais são concentradas
em períodos não férteis. Exemplos de métodos são a tabela, a percepção da
temperatura corporal basal, a avaliação de alterações no muco cervical e a combinação
destes. O coito interrompido e a relação sexual sem penetração, também considerado
métodos comportamentais de anticoncepção, objetivam a não ejaculação dentro do
canal
vaginal.
Os
métodos
comportamentais
são
pouco
recomendados
para
adolescentes, pois a eficácia destes depende de disciplina e planejamento das relações
sexuais. Além disso, o ciclo menstrual é comumente irregular nessa faixa etária.
4. Método de lactação e amenorreia: A menstruação e a fertilidade são
inibidas durante a amamentação. Isso ocorre pelos elevados níveis de prolactina e
consequente inibição da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Esse método é
dependente da intensidade de sucção e produção de leite.
5. Dispositivos Intrauterinos: O DIU, após sua inserção, atua fisiologicamente
dificultando a passagem dos espermatozoides pelo trato reprodutivo feminino, além de
promover reação inflamatória ou reação à presença de corpos estranhos à cavidade
uterina. Isso prejudica a integridade dos espermatozoides e reduz a probabilidade de
fecundação. Ressalta-se que a técnica de inserção do DIU não compromete a estrutura
celular e tecidual do útero.
a. Ressalta-se que, a partir do escopo de conhecimentos dos Tratados de
Anatomia Humana, o útero é um órgão fibromuscular, localizado na cavidade pélvica.
Recebe as tubas ou trompas uterinas na parte mais superior, já na parte inferior continuase com a vagina. O útero localiza-se sobre a vagina, entre a bexiga urinária e o reto;
Como citar: RESOLUÇÃO COFEN Nº 802 — DE 16 DE JANEIRO DE 2026, Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 1, 22/01/2026, p. 74