Diário Oficial da União - Seção 3
Decreto Nº 7.508, de 28 de Junho de 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- — página do DOU de 13/10/2020
- Seção
- Seção 3
- Data
- Edição
- 1
- Página
- 89
http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05302020101300089
Seção 3
. Programa:
Sistema Único de Saúde - Princípios e Diretrizes.
Organização, Direção e Gestão no SUS.
O SUS e o Desafio da Participação da Comunidade.
Política Nacional de Atenção Básica.
. Política Nacional de Promoção da Saúde.
Redes de Atenção Básica no Sistema Único de Saúde.
Educação interprofissional e prática colaborativa na formação em saúde.
Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas.
Definição e Organização dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas.
. Referências:
BRASIL.
Constituição da
República
Federativa
do Brasil
de
1988 (Artigos
a
200). Disponível
em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm
BRASIL. Decreto Nº 7.508, de 28 de Junho de 2011. Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para
dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e
a
articulação
interfederativa,
e
dá
outras
providências.
Disponível
em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7508.htm
. BRASIL. Lei nº 8.142, de 28 de Dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do
Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da
saúde e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8142.htm
. BRASIL. Lei nº 8.080 de 19 de Setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e
recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8142.htm
BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. - 2ª edição -
Brasília:
Ministério
da
Saúde.
Fundação
Nacional
de
Saúde,
2002.
Disponível
em:
http://www.funasa.gov.br/internet/arquivos/vigisus/MTI_politicaSauInd.pdf Brasil.
. BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. LEI No 9.836, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Institui
o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena.
Brasil; Ministério da Saúde; Gabinete do Ministro. Portaria nº 2.446, de 11 de novembro de 2014: Redefine a
Política
Nacional
de
Promoção
da
Saúde
(PNPS).
Brasília,
DOU,
2014.
Disponível
em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2014/prt2446_11_11_2014.html
. Brasil. Ministério da Saúde. Humanização do parto e do nascimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 465 p.
: il. - (Cadernos HumanizaSUS ; v. 4).
BRASIL. Ministério da Saúde. O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios / Ministério da Saúde, Conselho
Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. - 3. ed. - Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/sus_az_garantindo_saude_municipios_3ed_p1.pdf.
. Brasil. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº 1.130, de 5 de agosto de 2015. Institui a Política Nacional de Atenção
Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: DOU, 2015. Disponível
em bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2015/prt1130_05_08_2015.html
Brasil. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº 1.459, de 24 de junho de 2011. Institui, no âmbito do Sistema Único de
Saúde
-
SUS
-
a
Rede
Cegonha.
Brasília:
DOU,
2011.
Disponível
em
bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1459_24_06_2011.html
BRASIL. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº 2.436, de 21 de Setembro de 2017: Política Nacional de Atenção Básica.
DOU n.182, seção 1, p. 68-76 BRASIL; Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas redes de atenção à saúde e nas
linhas de cuidado prioritárias. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política nacional de
práticas integrativas e complementares no SUS: atitude de ampliação de acesso. 2. ed. Brasília: Ministério da
Saúde,
2015.
Disponível
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http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_praticas_integrativas_complementares_2ed.pdf
. Brasil. Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Saúde da Família. Carteira de serviços da Atenção
Primária à Saúde (CaSAPS): versões profissionais de saúde e gestores [recurso eletrônico. Brasília: Ministério da
Saúde,
2020.
Disponível
em
http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/casaps_versao_profissionais_saude_gestores_completa.pdf
. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional
de Promoção da Saúde: PNPS: Anexo I da Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017, que
consolida as normas sobre as políticas nacionais de saúde do SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível
em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia Política
Nacional de Atenção Básica - Módulo 1: Integração Atenção Básica e Vigilância em Saúde [recurso eletrônico].
Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2018.
Disponível
em:
http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/guia_pnab.pdf
. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Marco para Ação em Educação Interprofissional e Prática Colaborativa.
Genebra-Suíça: Diana Hopkins, Editora Freelance, 2010. [Trad. Rede de Profissões de Saúde - Enfermagem &
Obstetrícia do Departamento de Recursos Humanos para a Saúde].
. 2. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DE CADA ÁREA
. 2.1 ENFERMAGEM
. Programa:
Administração em Enfermagem.
Sistematização da Assistência de Enfermagem.
Prevenção e controle das doenças infecto-parasitárias, imunopreveníveis e sexualmente transmissíveis.
Epidemiologia e imunização.
. Saúde do trabalhador em enfermagem.
Programas de Assistência Integral à Saúde da Mulher: planejamento familiar, pré natal, parto, puerpério, aborto,
agravos por violência sexual, câncer de colo uterino e mama.
Assistência Perinatal.
Saúde do Adolescente.
Cuidados de enfermagem ao recém-nato normal e de risco à mulher, à criança e ao adolescente sadios e
portadores de patologias diversas.
. Cuidados de Enfermagem ao indivíduo com distúrbios clínicos, cirúrgicos e psiquiátricos.
Enfermagem nos eventos emergenciais e cuidado ao paciente crítico.
Ações de Enfermagem na prevenção e controle de infecção hospitalar.
Assistência perioperatória de enfermagem.
. Legislação e ética em Enfermagem.
Enfermagem em Saúde Mental.
Enfermagem em Oncologia.
Processo de esterilização.
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem.
. Referências:
Brasil. Ministério da Saúde. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente /
Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária. - Brasília: Ministério da
Saúde, 2014. 40 p. : il.
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Implantação do Núcleo de Segurança do Paciente em Serviços
de Saúde - Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde/Agência Nacional de Vigilância
Sanitária - Brasília: Anvisa, 2016.
. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças
Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de
Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. - Brasília: Ministério da Saúde,
2014. 176 p. : il.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Guia
de vigilância epidemiológica / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de
Vigilância Epidemiológica. - 7. ed. - Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 816 p. - (Série A. Normas e Manuais
Técnicos)
. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção em Saúde. Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas. Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens na promoção,
proteção e recuperação da saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção em Saúde, Departamento de
Ações Programáticas Estratégicas, Área Técnica de Saúde do Adolescente e do Jovem. - Brasília: Ministério da
Saúde, 2010. 132 p. : il. - (Série A. Normas e Manuais Técnicos)
. Brasil. Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento
de Ações Programáticas
Estratégicas. Orientações básicas de atenção integral à saúde de adolescentes nas escolas e unidades básicas
de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas. 1. ed., 1 reimpr. - Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2013. 48p.il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria 2.616 de 12 de maio de 1998. D.O.U. 13/05/98.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Programa Nacional de Prevenção e
Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde. Brasília, Setembro de 2013
. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de
Ações Programáticas Estratégicas. - Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. (Cadernos de Atenção
Básica, n. 34)
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Política Nacional de
. Atenção Integral à Saúde do Homem (Princípios e Diretrizes). Brasília, 2008.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção
à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e
Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem: princípios e diretrizes / Ministério da
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas - Brasília: Ministério
da Saúde, 2009. 92 p.: il. - (Série B. Textos Básicos de Saúde)
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.
Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde,
Departamento de Vigilância Epidemiológica. - 8. ed. rev. - Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
. BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Protocolos da Atenção Básica: Saúde
das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Atenção humanizada ao abortamento: norma técnica. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de
Atenção Básica n° 32. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de
Atenção Básica nº 33. Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento. Brasília: Ministério da Saúde,
2012.
BRUNNER, L. S., SUDDARTH, D. S. Tratado de Enfermagem: Médico-Cirúrgica. v.1, v.2. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008
CARVALHO, G.M. Enfermagem do trabalho. São Paulo. EPU, 2006.
CONITEC. Diretrizes de Atenção à Gestante: a operação Cesariana. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
. CONITEC. Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal. Relatório de recomendação. Brasília: Ministério da
Saúde, 2016.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Resolução COFEN nº
564/2017.
Fevereiro
de
2007.
Rio
de
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http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=7323§ionID=37
Constituição
da
República
Federativa
do
Brasil
de
1988.
Disponível
em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm
. COREN/MS: Legislação Básica para o Exercício Profissional da Enfermagem.
COUTO, R. C., PEDROSA, T. M. G., NOGUEIRA, J.M. Infecção Hospitalar: epidemiologia e controle. Belo Horizonte:
MEDSI, 1999.
Decreto Nº 7.508, de 28 de Junho de 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-
2014/2011/decreto/D7508.html
Diagnóstico de Enfermagem da NANDA-I: Definições e classificação 2018-2020 / NANDA Internacional. Tradução:
Regina Machado Garcez; Revisão Técnica: Alba Lucia Bottura Leite de Barros. Editora Artmed. 11 ed. Porto
Alegre, 2018.
Diretrizes de Práticas em Enfermagem Cirúrgica e Processamento de Produtos para Saúde
. - SOBECC - Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de
Material e Esterilização. 7 ed. ver. e atual. Barueri, SP: Manole; São Paulo: SOBECC, 2017
GARCIA, T. R. Classificação Internacional Para a Prática de Enfermagem (CIPE). Editora Artmed, 1 ed. 2017.
KURCGANT, P. Administração em Enfermagem. São Paulo: EPU, 2005.
MONTENEGRO, C.A.B.; REZENDE, J. Obstetrícia fundamental. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2014.
. MORAES, M. V. G. Enfermagem do trabalho
: programas, procedimentos e técnicas. 4 ed. rev. e atual. São Paulo: Iátria, 2012.
PORTARIA Nº 1.823, DE 23 DE AGOSTO DE 2012. Institui a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da
trabalhadora.
SBP. Reanimação do Prematuro < 34 semanas em sala de parto: diretrizes 2016 da Sociedade Brasileira de
Pediatria. São Paulo: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2016.
SBP. Reanimação do recém-nascido ³34 semanas em sala de parto: diretrizes 2016 da Sociedade Brasileira de
Pediatria. São Paulo: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2016.
. 2.2 FISIOTERAPIA
. Programa: Anatomia e Fisiologia necessária para avaliação e técnicas fisioterapêuticas aplicadas às disfunções
uroginecológicas e obstétricas. Papel do fisioterapeuta na saúde da mulher.
. Avaliação
funcional,
planejamento
e
execução
contemplando
os
diferentes
níveis
de
atenção
à
saúde.Fisioterapia na Atenção à Saúde Materno Infantil. Avaliação e atuação fisioterápica nas modificações
orgânicas no período gestacional, de baixo e alto risco, no trabalho de parto, parto e pós-parto.
. Avaliação do assoalho pélvico. Fisiopatologia, diagnóstico e tratamento de disfunções uroginecológicas.
Sexualidade. Desenvolvimento Motor Infantil.
Fatores de Riscos para Atraso no Desenvolvimento Motor.
. Prematuridade.
Patologias do Aparelho Locomotor e as abordagens fisioterápicas.
Patologias do Aparelho Respiratório e as abordagens fisioterápicas.
Intervenções fisioterápicas no pré e pós-operatório de cirurgia pediátrica.
Código de ética do fisioterapeuta.
. Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Humanização do parto e do nascimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 465p,
(Cadernos
Humaniza
SUS,
v.
4)
Disponível
em:
http://www.redehumanizasus.net/sites/default/files/caderno_humanizasus_v4_humanizacao_parto.pdf
. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas. Área Técnica de Saúde da Mulher. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada -
manual técnico/Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas - Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 163 p. color. - (Série A. Normas e Manuais Técnicos) - (Série
Direitos
Sexuais
e
Direitos
Reprodutivos
-
Caderno
nº
5)
ISBN
85-334-0885-4
Disponível
em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pre_natal_puerperio_3ed.pdf
. BRASIL. Ministério da Saúde. Organização Pan-Americana da Saúde. Departamento de Ações Programáticas e
Estratégicas. Manual AIDPI neonatal. 3 ed. Brasília, 2012. Disponível em: .
. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações estratégicas e
Programáticas. Atenção à Coordenadoria do Centro de Seleção Saúde do recém-nascido: guia para os
profissionais de saúde. V. 1, 2, 3 e 4. Manual técnico. Brasília, 2011.
BURNS, Y.; MAC DONALD, J. Fisioterapia e crescimento na infância. São Paulo: Manole, 1999.
. CASTILHO,
L.
V.W.;
DELLANE,
C.
D.
F.
Fisioterapia
em
Neuropediatria,
2011.
Disponível
em
:
www.omnipax.com.br Código de Ética e Deontologia da Fisioterapia Resolução nº 424, de 08 de Julho de 2013
- (D.O.U. nº 147, Seção 1 de 01/08/2013) Disponível em: https://www.coffito.gov.br/nsite/?page_id=2346
COOK, A.S.; WULLACOTT, M.H. Controle Motor: Teoria e Aplicações Práticas. Barueri: Manole, 2002
. FORTES, Paulo Antonio de Carvalho. Ética e saúde: questões éticas, deontológicas e legais; autonomia e
direitos do paciente; estudos de casos. São Paulo: EPU, 2002. IRWIN, S.; TECKLIN, J. S. Fisioterapia
Cardiopulmonar. 2 ed. São Paulo: Manole, 2003. JOHNSTON, C.; ZANETTI, N.M. Fisioterapia Pediátrica
Hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2012 LEMOS, A. Fisioterapia Obstétrica Baseada em Evidências. Rio de Janeiro:
Medbook, 2014.
. LUNDY-EKMAN, L. Neurociência. Fundamentos para Reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
MOURA, E.W. Fisioterapia: aspectos clínicos e práticos da reabilitação. Porto Alegre: Artes médicas, 2005.
PACHI, P.R. O pré-termo: morbidade, diagnóstico e tratamento. São Paulo: Roca, 2003. PRADO, C.; VALE, L.
A. Fisioterapia Neonatal e Pediátrica, São Paulo: Atheneu, 2012. PRYOR, J.A., WEBBWE, B. A. Fisioterapia para
Problemas Respiratórios e Cardíacos 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002
. RATLIFFE, K. Fisioterapia na clínica pediátrica: guia para equipe de fisioterapeutas. São Paulo: Santos, 2000.
SÁ, A. L. de. Ética profissional. 4.ed.São Paulo: Atlas, 2004. SARMENTO, G.J.V. Fisioterapia respiratória em
pediatria e neonatologia. 2 ed. São Paulo: Manole, 2011. SHUMWAY-COOK, A.; WOOLLACOTT, M.H. Controle
motor: teoria e aplicações práticas. 2 ed. São Paulo: Manole, 2003. UMPHRED, D. E. Reabilitação Neurológica.
2 ed. São Paulo: Manole, 2004.
. 2.3 NUTRIÇÃO
Como citar: Decreto Nº 7.508 — de 28 de Junho de 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-, Diário Oficial da União, Seção 3, Edição 1, 13/10/2020, p. 89