844.103/2011-GUSTAVO DE ARAÚJO AGUIAR
Fase de Licenciamento
Instaura processo administrativo de nulidade do Registro
de licença/Prazo para defesa 30 dias(1286)
880.204/2007-CONSTRUTORA E MINERAÇÃO MURUÁ
LTDA -Alvará N°874/2009
Fase de Disponibilidade
Homologa desistência do requerimento de habilitação para
área em disponibilidade(607)
880.093/2004-BENZION DAVID RUDNITZKI
Fase de Requerimento de Licenciamento
Documento assinado digitalmente conforme MP n
O gás passa, inicialmente, por um filtro ciclone, que separa e
acumula particulados maiores que 8µm sólidos e líquidos e, a seguir,
pelos filtros cartuchos (que retêm partículas maiores que 5µm). Cada
um dos filtros cartucho está a montante e em série com o respectivo
aquecedor e os dois conjuntos operam simultaneamente, em paralelo.
Para evitar que a queda de temperatura que acompanha a
redução de pressão do gás natural (efeito Joule-Thompson) venha a
causar formação de hidratos com entupimento e dano a tubulações e
acessórios, o gás é aquecido antes das válvulas redutoras de pressão.
O controle de aquecimento é feito através de uma válvula de
três vias que direciona parte da corrente de gás para um feixe tubular
imerso em banho de água quente no aquecedor e o restante para um
by-pass do aquecedor. As duas correntes se misturam na saída do
A água do aquecedor é mantida a uma temperatura de
70~90°C pelos gases de saída de um queimador de gás.
A temperatura de projeto da tubulação de gás é de 60ºC,
exceto a tubulação imediatamente a jusante do aquecedor, com classe
de pressão 900 lbf e temperatura de projeto 100 °C.
A pressão do gás é reduzida e controlada dentro de limites
estabelecidos para transferência à UFN III em 50,0 kgf/cm²g.
Para a medição da vazão de gás são utilizados medidores de
vazão ultrassônicos e medidores de pressão e temperatura em dois
tramos de medição (01 reserva), sendo então feita a correção para as
condições padrão de medição (20ºC e 1 atm) em dois computadores
de vazão (um para cada tramo).
A vazão máxima de operação do ponto de entrega é de
3.600.000 Nm³/d @ 20ºC e 1 atm.
Deve ser utilizada a norma de construção das tubulações
ASME B31.8 e deve ser utilizado o critério de construção/operação
dos vasos de pressão ASME VIII / NR-13.
ASPECTOS TÉCNICOS DO PROJETO
Este ponto de entrega foi projetado para operar nas condições de processo descritas na Tabela a seguir.
Tabela - Valores de Processo
Condições de
Entrada
Condições de
Saída
Geral
Fluido
Gás Natural
Gás Natural
Estado Físico
Gás
Gás
Va z ã o
(Nm³/dia)
Normal
1.800.000
1.800.000
Máximo
3.600.000
3.600.000
Mínimo
192.000
192.000
Pressão
(kgf/cm²g)
Normal
Máximo
Mínimo
Projeto
(°C)
Operação
15/48
Projeto
O ponto de entrega será constituído das seguintes instalações:
Tomada de Gás da Linha Tronco
O gás transferido pelo ponto de entrega é tomado do flange
da purga de 12" a jusante da válvula VES-10410 do GASBOL.
Sistema de Filtragem
Ao entrar no ponto de entrega, o gás passa por um filtro
ciclone para retirada de eventuais líquidos e condensados; em seguida, passa por filtros cartucho que operam em paralelo para retirada
de partículas sólidas maiores que 5 µm. Cada filtro cartucho foi
dimensionado para 100% de capacidade da vazão máxima instantânea
do ponto de entrega e dotado de alarme de alta pressão diferencial.
À jusante dos filtros cartucho existem válvulas de bloqueio
automáticas (HV-056A e HV- 056B) que podem ser fechadas através
de comando da Central de Supervisão e Controle do Gasoduto na
Sede da TBG, no Rio de Janeiro. Em seguida, o gás é encaminhado
para o sistema de aquecimento.
Sistema de Aquecimento
O Sistema de Aquecimento é composto por dois aquecedores, cada um com capacidade para 50% da carga térmica máxima e
com capacidade para 100% da vazão máxima do ponto de entrega,
normalmente ambos operando simultaneamente.
Os aquecedores são do tipo flamotubulares indiretos a banho
de água, usando gás natural como combustível.
Sistema de Controle de Pressão
É composta por dois tramos de redução e controle de pressão
operando em hot-standby, que mantém a pressão de entrega estabilizada em 50 kgf/cm2g.
Cada tramo é dotado de:
a) uma válvula de bloqueio automático com piloto de alta
pressão;
b) duas válvulas de controle de pressão, sendo uma "falhafecha" operando como monitora e outra "falha-abre" operando como
reguladora ativa;
c) uma válvula de alívio de pressão para prevenir excessos
em decorrência de vazamento de válvula de bloqueio;
d) um manômetro;
e) duas válvulas de bloqueio manual, tipo esfera;
f) uma válvula de retenção;
g) duas figuras oito;
h) válvulas de dreno e "vent".
Sistema de Medição de Vazão
É composto por dois tramos de medição de vazão, sendo um
utilizado como reserva. Cada tramo tem capacidade de medição de
100% da vazão máxima prevista para o ponto de entrega.
Cada tramo é dotado de:
a) uma placa condicionadora de fluxo;
b) um medidor de vazão ultrassônico montado após a placa
condicionadora de fluxo;
c) duas válvulas de bloqueio tipo esfera para alinhamento do
tramo;
d) uma válvula on-off;
e) duas figuras oito;
f) um transmissor de temperatura;
g) um transmissor de pressão.
Existe uma linha de interligação entre os tramos de medição,
provida de válvula de bloqueio e de retenção, de forma a possibilitar
alinhamento em série para comparação.
Os dados de vazão, pressão e temperatura de cada tramo são
coletados e registrados pelos respectivos Computadores de Vazão que
realizam a correção do volume entregue para as condições das bases
contratuais (20ºC e 1 atm), utilizando a norma AGA-9.
Para o cálculo de supercompressibilidade é utilizada a norma
AGA-8.
Os Computadores de Vazão também recebem os dados de
medição do Sistema de Utilidades para correção de vazão.
Sistema de Gás para Utilidades
O Gás de Utilidades é utilizado como combustível dos aquecedores e para instrumentação pneumática do ponto de entrega.
A tomada de alimentação de gás para utilidades e instrumentos está localizada no header a jusante do sistema de controle de
pressão.
O sistema possui uma estação de redução de pressão com
dois tramos contendo válvulas reguladoras e monitoras, bloqueio automático e alívio, e um tramo de medição com medidor de deslocamento positivo tipo lóbulos, medição de pressão e temperatura, e
válvulas de bloqueio.
A correção de vazão de gás de utilidades para as condições
das bases contratuais é realizada pelo Computador de Vazão operacional. O outro Computador de Vazão também está dimensionado
para receber os dados de medição do Sistema de Utilidades, em caso
de parada do principal, através de módulos específicos e cabos deixados entre um painel e outro.
Sistema de Controle de Vazão
O sistema de controle de vazão está localizado a jusante dos
tramos de medição. É composto por uma válvula de controle de
vazão, duas válvulas de bloqueio tipo esfera, uma válvula de bypass
tipo esfera e um transmissor de pressão no header de saída.
MEIO AMBIENTE
O empreendimento encontra-se em processo de obtenção de
Licença de Instalação junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente
e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA.
NORMAS
O projeto de implantação do ponto de entrega contempla
normas nacionais, internacionais e procedimentos internos, dentre os
quais pode- se destacar:
Norma Petrobras N-57 - Projeto Mecânico de Tubulação
Industrial;
Norma Petrobras N-38 - Critérios para Projetos de Drenagem, Segregação, Escoamento e Tratamento Preliminar de Efluentes Líquidos de Instalações Terrestres;
Norma Petrobras N-108 - Suspiros e Drenos para tubulações
e equipamentos;
Norma Petrobras N-115 - Montagem de tubulações metálicas;
Norma Petrobras N-133 - Soldagem - Procedimento;
Norma Petrobras N- 279 - Projeto de estruturas Metálicas;
Norma Petrobras N-293 - Fabricação e Montagem de Estruturas Metálicas;
Norma Petrobras N-1744 - Projeto de oleodutos e gasodutos
terrestres;
NBR-6118 - Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimento;
Norma Petrobras N-76 - Materiais para tubulações para instalações de refino e transporte;
Norma Petrobras N-464 - Construção, montagem e condicionamento de duto terrestre;
ASME/ANSI-B31.8 - Gas Transmission and Distribution Piping System;
NBR-5410 - Instalações elétricas de baixa tensão;
NBR-5419 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
Norma Petrobras N-1614 - Construção, montagem e condicionamento de equipamentos elétricos;
Norma Petrobras N-2167 - Classificação de áreas para instalações elétricas em unidades de transporte de petróleo, gás e derivados;
Norma Petrobras N-858 - Construção, montagem e condicionamento de instrumentação;
Norma Petrobras N-1882 - Critérios para elaboração de projetos de instrumentação;
Norma Petrobras N-2247 - Válvulas esfera em aço para uso
geral e fire-safe;
Norma Petrobras N-2668 - Válvulas industriais.
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO
Atividade
Previsão Início
Previsão Fim
Licenciamento Ambiental
Mar/2013
Mar/2012
Jul/2013
Projeto Básico
Dez/2010
Projeto Executivo
Jul/2012
Fornecimento de Materiais e Instrumentos
Fev/2012
Dez/2012
Construção Civil
Jan/2012
Out/2012
Montagem Eletromecânica
Ago/2012
Mar/2013
Comissionamento, Testes e Gaseificação
Mar/2013
Jul/2013
Documentação "as built"
Mar/2013
Jul/2013
Gerenciamento e Fiscalização
Dez/2010
Jul/2013
Início da Operação
Jul/2013
DEPARTAMENTO NACIONAL
DE PRODUÇÃO MINERAL
SUPERINTENDÊNCIA EM ALAGOAS
DESPACHO DO SUPERINTENDENTE
RELAÇÃO N
o- 3 8 / 2 0 11
Fase de Autorização de Pesquisa
Nega Aprovação ao relatório de pesquisa(318)
844.036/2008-MINERAÇÃO VALE VERDE LTDA
844.038/2008-MINERAÇÃO VALE VERDE LTDA
844.040/2008-MINERAÇÃO VALE VERDE LTDA
Fase de Requerimento de Licenciamento
Indefere requerimento de licença - área sem oneração/Port.266/2008(1281)
844.096/2011-RETRATEL TRANSPORTES E TERRA-
PLANAGEM LTDA
844.103/2011-GUSTAVO DE ARAÚJO AGUIAR
Fase de Licenciamento
Instaura processo administrativo de nulidade do Registro
de licença/Prazo para defesa 30 dias(1286)
.844.139/2008-NEWDSON COSTA DE MOURA- NOT
.844.065/2009-M.M MINERAÇÃO E COMÉRCIO LTDA.-
NOT Nº302/2011
Determina arquivamento do processo adm. de nulidade Registro de Licença(1290)
844.008/2011-TRIUNFO PEDRAS LTDA.-Of. nº 241/2011
JOSÉ ANTONIO ALVES DOS SANTOS
SUPERINTENDÊNCIA NO AMAZONAS
DESPACHO DO SUPERINTENDENTE
RELAÇÃO N
o- 4 6 / 2 0 11
Fase de Requerimento de Pesquisa
Indefere requerimento de pesquisa por interferência total(121)
880.203/2009-POTASSIO DO BRASIL LTDA
880.286/2009-FREIRE GARCIA VIEIRA ADVOGADOS
S C
880.287/2009-FREIRE GARCIA VIEIRA ADVOGADOS
S C
880.289/2009-FREIRE GARCIA VIEIRA ADVOGADOS
S C
880.318/2009-FREIRE GARCIA VIEIRA ADVOGADOS
S C
880.186/2010-GISELE MORAIS GURGEL DO AMARAL
880.442/2010-GILBERTO LUIZ DE ROSS
880.297/2011-ZAQUEU PEREIRA DA COSTA
Determina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(131)
880.204/2009-POTASSIO DO BRASIL LTDA-OF.
880.207/2009-POTASSIO DO BRASIL LTDA-OF.
880.209/2009-POTASSIO DO BRASIL LTDA-OF.
880.344/2010-INGERLANE CLAYTON OLIVEIRA DA
SILVA-OF. N°0668/2011
880.348/2010-KALAMAZON ESTUDOS GEOLÓGICOS
LTDA-OF. N°0667/2011
880.374/2010-ANTONIO CARLOS DUARTE ALECRIM-
OF. N°0637/2011
880.268/2011-FERNANDA NEGREIRO FONTENELLE-
OF. N°0633/2011
880.269/2011-CLAITON SERGIO DE SOUZA-OF.
Fase de Autorização de Pesquisa
Concede anuência e autoriza averbação da cessão parcial
de direitos(175)
880.008/2009-VEUDISON DA COSTA RODRIGUES- Alvará n°3004/2009 - Cessionario:880.306/2011-SH PISOS LTDA-
CPF ou CNPJ 03.993.473/0001-25
880.035/2009-ROMÁRIO JEFF BRASIL MATOS- Alvará
n°1.458/2010 - Cessionario:880.286/2011 e Cessionário:
880.287/2011-CONSTRUTORA VIDA NOVA LTDA ME e ANTO-
NIO BEZERRA BRAGA.- CPF ou CNPJ 15.798.010/0001-91 e
CPF: 046.637.052-00 respectivamente.
880.193/2010-VEUDISON DA COSTA RODRIGUES- Alvará n°5.471/2011 - Cessionario:880.307/2011-SH PISOS LTDA.-
CPF ou CNPJ 03.993.473/0001-25
Concede anuência e autoriza averbação da cessão total de
direitos(281)
880.371/2010-TEREZINHA DE CASTRO LIMA- Cessionário:TERRA & MAR MINERAÇÃO LTDA - EPP- CPF ou CNPJ
63.649.552/0001-45- Alvará n°2.444/2011
Homologa renúncia da Autorização de Pesquisa(294)
880.203/2007-CONSTRUTORA E MINERAÇÃO MURUÁ
LTDA -Alvará N°873/2009
880.204/2007-CONSTRUTORA E MINERAÇÃO MURUÁ
LTDA -Alvará N°874/2009
Fase de Disponibilidade
Homologa desistência do requerimento de habilitação para
área em disponibilidade(607)
880.093/2004-BENZION DAVID RUDNITZKI
Fase de Requerimento de Licenciamento
Como citar: DESPACHO DO SUPERINTENDENTE — Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 1, 09/08/2011, p. 76