Relação n
o- 18/2013
Fase de Requerimento de Pesquisa
O Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (Decreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 1 ano, vigência a partir dessa publicação, e condições
acordadas em Termo, nos casos cabíveis:(321)
(321)
12219/2013-846.022/2013-EDINALDO SOARES DO NASCIMEN-
O Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (Decreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação, e condições
acordadas em Termo, nos casos cabíveis:(322)
(322)
12220/2013-846.026/2013-ICAL INDÚSTRIA DE CALCINAÇÃO
Relação n
o- 55/2013
Fase de Requerimento de Pesquisa
O Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (Decreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação, e condições
acordadas em Termo, nos casos cabíveis:(322)
(322)
12135/2013-870.017/2013-TUCUMANN ENGENHARIA E EMPRE-
Documento assinado digitalmente conforme MP n
As descargas de caminhões-tanque nas baias da plataforma
rodoviária serão responsáveis por pequena parte da movimentação do
etanol estimada para o Terminal, na ordem de 1.300.000 m³/ano. A
movimentação maior se dará via descarga das barcaças (comboio
Tietê) via píeres.
Para a recepção e descarga de caminhões, tem-se:
•Sistema de controle na portaria;
•Sala de Análise de Amostras de Etanol;
•Sistema de Controle de Tráfego de Caminhões dentro do
TA A N H ;
•Skids de descarga.
O caminhão seguirá para a baia de descarga do produto onde
será retirada uma amostra da carga para análise da qualidade do
etanol. Além disso, antes do início da operação o cabo terra do
caminhão deve ser conectado ao aterramento existente na área a fim
de ser evitada a formação de eletricidade estática.
6.Sistema de Vigilância
Será composto por Sistema de Câmeras em Circuito Fechado
de TV (CFTV) composto por câmaras de vídeo estrategicamente
posicionadas no TAANH. Este sistema será parte do sistema de controle do TAANH e interligado via rede Ethernet.
7.Sistema de Combate a Incêndio
O Sistema de Combate à Incêndio (SCI), tanto do terminal
quanto do píer, serão integrados ao Sistema de Controle e Monitoramento do terminal. Serão instalados em locais estratégicos sensores de fogo que serão conectados a PLC's específicos do SCI.
As características e recursos das instalações de combate a
incêndios obedecerão ao disposto nas Instruções Técnicas do Corpo
de Bombeiros do Estado de São Paulo, denominadas IT's, em especial, mas não somente, a de número 25, além da própria norma
NBR-17505 nas exigências relativas a essa disciplina de projeto.
As motobombas a serem utilizadas no sistema de combate a
incêndios foram selecionadas de acordo com os resultados dos estudos hidrodinâmicos do sistema, sendo compostas por três motobombas acionadas por motores diesel (1 operacional e 1 reserva), para
a alimentação de hidrantes, canhões fixos, sistemas de espargimento/
aspersão de água nos tanques e plataformas, e ainda, por motobombas
Jockey para pressurização e manutenção da rede de água sempre
A captação de água para o combate a eventual incêndio se
dará através de 2 motobombas verticais submersas, diretamente da
barragem da Usina Barra Bonita, em vazões individuais de 789 m3/h,
alimentando a rede de água em vazão de até 789 m3/h. A fonte de
captação de água é considerada do tipo inesgotável, o que atende as
exigências do Corpo de Bombeiros. A água retirada do rio para
combate de incêndio passará unicamente por gradeamento para evitar
a entrada de corpos estranhos nas tubulações .
A rede de combate a incêndio foi projetada para ser executada em tubulação de aço carbono, que atenderá a padronização da
Petrobras.
As válvulas de bloqueio ficarão em condições de rápido e
fácil acesso para sua operação, inspeção e manutenção.
Hidrantes e canhões monitores serão distribuídos na área, de
forma que a distância máxima entre eles seja de 60 m, considerando,
nos hidrantes, a utilização de mangueiras com comprimento máximo
de 60 m, conforme NBR 17505-7.
O sistema foi dimensionado de forma a proporcionar pressão
residual mínima de 7,00 kgf/cm² no ponto hidraulicamente mais remoto do sistema, conforme NBR 17505-7.
A distância mínima entre o equipamento de combate a incêndio e qualquer risco potencial, será no mínimo 15 m.
Os hidrantes serão dos tipos padronizados na norma PE-
TROBRAS N-111. Os hidrantes adotados no projeto são do tipo II -
Vertical com 4 saídas. Para o posicionamento dos hidrantes, foi
observado o fácil acesso e locais não sujeitos a choques mecânicos.
Os canhões monitores serão fixos, auto-oscilatório, projetados para uso em sistemas fixos de combate a incêndios, com movimento horizontal automático, utilizando a própria pressão da rede
de incêndio. O acionamento dos canhões-monitores será através de
válvula hidráulica de abertura rápida, com recursos para acionamento
manual, local através da válvula esfera.
Para resfriar as paredes dos tanques de armazenamento em
caso de sinistro(s) em tanque(s) vizinho(s) será empregado um sistema de sprinklers.
Para combate contra incêndio, as áreas de armazenamento
serão providas de monitores equipados com bocais para espuma.
Haverá tanque atmosférico horizontal com capacidade de 8 mil litros
de plástico reforçado com fibra de vidro de Líquido Gerador de
Espuma - LGE. O sistema de LGE que atenderá à área de tanques de
armazenamento de etanol e a área de descarga de caminhões foi
dimensionado considerando taxa de aplicação de espuma de 6,0
L/min/m², pelo período de 15 minutos, conforme NBR 17505-7. A
reserva mínima de solução de espuma para atendimento desta área é
de 1124 litros.
8.Sistema de Armazenamento
O TAANH terá capacidade total para armazenamento de
48.000 m3 de etanol (anidro e hidratado), distribuída em quatro tanques de capacidade individual de 12.000 m³.
O parque de tanques terá como características básicas os
recursos em instalações eletromecânicas para manobras operacionais
que permitirão realizar:
•O recebimento de produtos via descarga de barcaças (navegação fluvial) através do píer de atracação;
•O recebimento de produtos via descarregamento de caminhões-tanque na plataforma rodoviária, com três skids (pontos / posições) de descarga;
•A transferência de produtos fora de especificação dos tanques, que será através de caminhão a vácuo;
•A transferência local de efluentes para o sistema de armazenamento provisório de efluentes;
•A expedição de etanol para o TTPAU via sistema dutoviário, com saída pelo header principal de recalque das bombas com
transferência para o scraper de saída e deste para a dutovia.
O projeto prevê a construção de uma bacia de contenção
para a tancagem de etanol. A bacia 1 comportará os quatro tanques
para armazenamento de etanol, com muro contornando a sua periferia
de altura total de 1,9 m.
9.Sistema de bombeamento do TAANH para o TTPAU
Expedição de produtos em direção ao TTPAU via sistema
dutoviário se dará na saída pelo scraper, com utilização de duas
motobombas (uma operacional e uma stand-by), com capacidade de
630 m³/h.
As motobombas foram especificadas com base nas necessidades operacionais de pressão, vazão e rendimento, através de emissões de Folha de Dados - FDs, sendo que as mesmas deverão obedecer basicamente aos padrões da norma API-610 para o caso da
dutovia e normas ISO 2858 / ANSI B73.1 para as demais.
O sistema de vedação de todas elas será por selagem mecânica, que é estanque e de maior confiabilidade nos aspectos de
segurança e resistência, quando comparado ao engaxetamento convencional com buchas de desgaste.
Destaque-se que para esta instalação em específico, deverá
também ser solicitada autorização de construção à ANP.
10.Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas
Será implantado um sistema de proteção contra descargas
atmosféricas (SPDA), para a garantia de segurança pessoal e dos
equipamentos, evitando assim: incêndios, danos pessoais e danos mecânicos resultantes de descargas atmosféricas. Todos os tanques serão
aterrados e ligados à malha de terra geral.
11.Sistema de Energia Elétrica
Para o suprimento de energia elétrica ao Terminal de
Anhembi está prevista a construção de uma Subestação de Alta Tensão com alimentação em circuito duplo em 138 kV, sob concessão da
Elektro, que estará conectada a Rede Aérea de Subtransmissão existente na região pertencente à Concessionária de energia. CPFL.
12.Licenciamento Ambiental e outros licenciamentos
Foi emitida a Licença Ambiental de Instalação nº 2216,
relativa ao empreendimento em 08/08/2013 pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB, válida por 6 (seis) anos.
No entanto, como a Licença se referia ao projeto anterior, a empresa
deverá providenciar nova manifestação da CETESB sobre a alteração
do projeto.
Já se encontra em andamento, também, o processo de solicitação de autorização de construção e exploração junto à Agência
Nacional de Transportes Aquaviário - ANTAQ. Por fim, a Capitania
Fluvial do Tietê Paraná da Marinha do Brasil declarou nada opor ao
empreendimento.
13.Normas
Algumas das principais normas que baseiam o projeto em
tela estão elencadas a seguir:
•ABNT - NBR 17505 (partes 1 a 7) - Armazenagem de
Líquidos Inflamáveis e Combustíveis;
•ABNT - NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
•ABNT - NBR 5419 - Proteção de Estruturas Contra Descargas Atmosféricas;
•ABNT - NBR 60079 - Equipamentos Elétricos para atmosferas explosivas;
•API 2000 - Venting Atmospheric and Pressure Storage
Tanks: Non Refrigerated and Refrigerated;
•API 5L - Specification for line pipe material;
•API 650 STD - Welded Steel Tanks for Oil Storage;
•API 682 - Pumps - Shaft sealing systems for centrifugal and
rotary pumps;
•API RP 2003 - Protection Against Ignitions Arising out of
Static, Lightning, and Stray Currents;
•API RP-520 - Design Installation of pressure relief systems;
•API RP-552 - Transmission systems;
•ASME B 16.34 - Valves - Flanged, Threaded and welding
end;
•ASME B 16.5 - Pipe flanges and flanged fittings;
•ASME B 31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid
Hydrocarbons and Other Liquids;
•ASME B 36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe;
•ASME B 36.19M - Stainless steel pipe;
•ASME B 73.1 - Specification for Horizontal End Suction
Centrifugal Pumps for Chemical Process;
•ASME VIII DIV-1 - Pressure vessels;
•ASTM A-106 - Standard Specification for Seamless Carbon
Steel Pipe for High-Temperature Service;
•ASTM A-36 - Standard Specification for Carbon Structural
Steel;
•ASTM A-53 - Standard Specification for Pipe, Steel, Black
and Hot-Dipped, Zinc-Coated, Welded and Seamless;
•ISA 5.1 - Instrumentation symbols and identification;
•ISA 50.1 - Compatibility of analog signals for electronic
industrial process instruments;
•ISA 51.1 - Process instrumentation terminology;
•N F PA - 3 0 ;
•NFPA-77 apend.D - Estações de Carga e Descarga de Vagões Ferroviários - requisitos de segurança;
•Manual for Railway Engineering (v1&2) - Estações de Carga e Descarga de Vagões Ferroviários - requisitos de espaçamento.
14.Cronograma
Atividade
Previsão Início
Previsão Fim
Projeto Básico
Março/2014
Construção e Montagem
Março/2014
Abril/2015
Comissionamento (Operação Assistida)
Abril/2015
Maio/2015
DEPARTAMENTO NACIONAL
DE PRODUÇÃO MINERAL
DEPACHOS DO DIRETOR-GERAL
Relação n
o- 18/2013
Fase de Requerimento de Pesquisa
O Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (Decreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 1 ano, vigência a partir dessa publicação, e condições
acordadas em Termo, nos casos cabíveis:(321)
(321)
12219/2013-846.022/2013-EDINALDO SOARES DO NASCIMEN-
TO -
O Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (Decreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação, e condições
acordadas em Termo, nos casos cabíveis:(322)
(322)
12220/2013-846.026/2013-ICAL INDÚSTRIA DE CALCINAÇÃO
LT D A . -
12221/2013-846.027/2013-ICAL INDÚSTRIA DE CALCINAÇÃO
LT D A . -
Relação n
o- 55/2013
Fase de Requerimento de Pesquisa
O Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (Decreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação, e condições
acordadas em Termo, nos casos cabíveis:(322)
(322)
12135/2013-870.017/2013-TUCUMANN ENGENHARIA E EMPRE-
ENDIMENTOS LTDA-
12136/2013-871.788/2013-GRANSALES MINERAÇÃO LTDA.-
12137/2013-871.789/2013-GRANSALES MINERAÇÃO LTDA.-
12138/2013-871.790/2013-GRANSALES MINERAÇÃO LTDA.-
12139/2013-871.791/2013-GRANSALES MINERAÇÃO LTDA.-
12140/2013-871.792/2013-GRANSALES MINERAÇÃO LTDA.-
12141/2013-871.797/2013-UILTON GUERREIRO DE SOUZA-
12142/2013-871.799/2013-ROCAS DO BRASIL MINERAÇÃO LT-
DA-
12143/2013-871.800/2013-MED GRAN MEDINA GRANITOS LT-
DA-
12144/2013-871.801/2013-JOSEMAR SOARES VIEIRA-
12145/2013-871.802/2013-GRANVAZ MINERAÇÃO LTDA ME-
12146/2013-871.804/2013-EXTRATORA DE MINÉRIOS JÚNIOR
REBOUÇAS LTDA-
12147/2013-871.807/2013-CONSTRUTORA LUSTOZA LTDA-
12148/2013-871.808/2013-MINERAÇÃO SANTA INÊS LTDA.-
12149/2013-871.809/2013-VICTOR PEREIRA ELLER-
12150/2013-871.811/2013-RONIERI PEREIRA ROCHA-
12151/2013-871.812/2013-ROBSON ANTÔNIO GUIMARÃES-
12152/2013-871.813/2013-ANTÔNIO MARCUS
BARRETO DA
S I LVA -
12153/2013-871.814/2013-CRS ALVES MINERAÇÃO ME-
12154/2013-871.815/2013-CRS ALVES MINERAÇÃO ME-
12155/2013-871.816/2013-BRUNO LIMONGI CHAVES-
12156/2013-871.817/2013-SVC - CONSTRUÇÕES LTDA-
12157/2013-871.818/2013-SVC - CONSTRUÇÕES LTDA-
12158/2013-871.819/2013-SVC - CONSTRUÇÕES LTDA-
12159/2013-871.820/2013-SVC - CONSTRUÇÕES LTDA-
12160/2013-871.878/2013-HELMO BAGDÁ GAMA-
12161/2013-871.879/2013-VOTORANTIM CIMENTOS N NE S A-
12162/2013-871.880/2013-VOTORANTIM CIMENTOS N NE S A-
12163/2013-871.882/2013-JOSEMAR SOARES VIEIRA-
12164/2013-871.884/2013-MINERAÇÃO ATLÂNTICA LTDA.-
12165/2013-871.885/2013-FABRICIO ORSIOLI ME-
12166/2013-871.954/2013-BNM-BAHIA NIGRANITO
MINERA-
ÇÃO LTDA-
12167/2013-871.960/2013-TERCON CONSTRUTORA LTDA ME-
12168/2013-871.978/2013-SÃO GONÇALO EXTRAÇÃO E CO-
MÉRCIO DE GRANITOS LTDA.-
12169/2013-871.979/2013-FERNANDO BASTOS LARANJEIRA-
12170/2013-871.981/2013-MINERAÇÃO RADINZ LTDA-
12171/2013-871.982/2013-MINERAÇÃO FÉLIX LTDA.-
12172/2013-871.983/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12173/2013-871.984/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12174/2013-871.985/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12175/2013-871.986/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12176/2013-871.987/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12177/2013-871.988/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12178/2013-871.990/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12179/2013-871.991/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12180/2013-871.992/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12181/2013-871.993/2013-REINALDO FERREIRA DE SOUZA-
12182/2013-871.995/2013-RAPHAEL MILLI DENARDE-
12183/2013-871.996/2013-OXIGÊNIO
DO BRASIL
CONSTRU-
ÇÃO CIVIL LTDA EPP-
12184/2013-871.997/2013-TÉCNICA MINERAÇÃO LTDA ME-
12185/2013-871.999/2013-MINERAÇÃO TREMEDAL LTDA-
12186/2013-872.001/2013-ROZENVAN MINERAÇÃO LTDA-
12187/2013-872.002/2013-JOSÉ GALDINIANO DA ROCHA ME-
12188/2013-872.004/2013-GILBERTO MARIGEU SANTANA DE
MIRANDA ME-
Como citar: DEPARTAMENTO NACIONAL — Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 1, 29/11/2013, p. 159