o- 11 / 2 0 1 4
Fase de Requerimento de Pesquisa
Determina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(131)
864.810/2011-LB DE SOUSA EXTRAÇÃO DE AREIA-
OF. N°2.868/2013 - SUP/DNPM/TO
864.420/2013-SÉRGIO TAVEIRA DE CAMARGO-OF.
N°2.865/2013 - SUP/DNPM/TO
Fase de Autorização de Pesquisa
Determina o arquivamento definitivo do processo(279)
864.204/2011-IRINÊ DA SILVA-OF. N°2.872/2013 -
Fase de Requerimento de Licenciamento
Outorga o Registro de Licença com vigência a partir dessa
publicação:(730)
864.421/2013-ANANIAS PONCE LACERDA NETO-Registro de Licença N°07/2014 de 14/01/2014-Vencimento em
Determina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(1155)
Documento assinado digitalmente conforme MP n
SUPERINTENDÊNCIA EM TOCANTINS
DESPACHO DO SUPERINTENDENTE
RELAÇÃO N
o- 11 / 2 0 1 4
Fase de Requerimento de Pesquisa
Determina cumprimento de exigência - Prazo 60 dias(131)
864.810/2011-LB DE SOUSA EXTRAÇÃO DE AREIA-
OF. N°2.868/2013 - SUP/DNPM/TO
864.339/2012-MÁRIO LUCIO FAHD-OF. N°2.496/2013 -
864.417/2013-MARCO CÉSAR CEBALLOS BONATTO-
OF. N°2.496/2013 - SUP/DNPM/TO
864.420/2013-SÉRGIO TAVEIRA DE CAMARGO-OF.
N°2.865/2013 - SUP/DNPM/TO
Fase de Autorização de Pesquisa
Determina o arquivamento definitivo do processo(279)
864.292/2009-ANANIAS PONCE LACERDA NETO
864.310/2012-CONSTRUTORA PENAFORTE LTDA
Concede anuência e autoriza averbação da cessão total de
direitos(281)
860.232/1990-RIO GAMELEIRA PROSPECÇÃO E GEO-
LOGIA LTDA.- Cessionário:MINERAÇÃO BBX DO BRASIL LT-
DA- CPF ou CNPJ 08.183.229/0001-10- Alvará n°1.465/1995
864.119/2009-QUANTUM FERTILIZANTES DO TOCAN-
TINS LTDA- Cessionário:P TEC AGRO MINERAÇÃO SPE LT-
DA- CPF ou CNPJ 18.308.541/0001-47- Alvará n°13.644/2010
864.055/2010-QUANTUM FERTILIZANTES DO TOCAN-
TINS LTDA- Cessionário:P TEC AGRO MINERAÇÃO SPE LT-
DA- CPF ou CNPJ 18.308.541/0001-47- Alvará n°11.089/2010
864.067/2010-QUANTUM FERTILIZANTES DO TOCAN-
TINS LTDA- Cessionário:P TEC AGRO MINERAÇÃO SPE LT-
DA- CPF ou CNPJ 18.308.541/0001-47- Alvará n°13.645/2010
864.236/2010-QUANTUM FERTILIZANTES DO TOCAN-
TINS LTDA- Cessionário:P TEC AGRO MINERAÇÃO SPE LT-
DA- CPF ou CNPJ 18.308.541/0001-47- Alvará n°13.666/2010
864.237/2010-QUANTUM FERTILIZANTES DO TOCAN-
TINS LTDA- Cessionário:P TEC AGRO MINERAÇÃO SPE LT-
DA- CPF ou CNPJ 18.308.541/0001-47- Alvará n°13.667/2010
Fase de Licenciamento
Determina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(718)
864.204/2011-IRINÊ DA SILVA-OF. N°2.872/2013 -
Fase de Requerimento de Licenciamento
Outorga o Registro de Licença com vigência a partir dessa
publicação:(730)
864.262/2011-E.T. LEITE JUNIOR ME-Registro de Licença N°67/2013 de 17/12/2013-Vencimento em INDETERMINADA
864.279/2011-S. DE OLIVEIRA ROCHA ME-Registro de
Licença N°68/2013 de 18/12/2013-Vencimento em 09/05/2021
864.487/2012-JOSE DIAS LEITE-Registro de Licença
N°02/2014 de 08/01/2014-Vencimento em 30/11/2014
864.515/2012-LÚCIO MARCIO MARTINS-Registro de Licença N°05/2014 de 09/01/2014-Vencimento em 06/12/2015
864.008/2013-D.C. S. BARROS ME-Registro de Licença
N°04/2014 de 09/01/2014-Vencimento em 31/12/2022
864.217/2013-CONSTRUTORA PENAFORTE LTDA-Registro de Licença N°06/2014 de 10/01/2014-Vencimento em
08/02/2028
864.227/2013-I. K. TRANSPORTES DE CARGAS LTDA
ME-Registro de Licença N°01/2014 de 08/01/2014-Vencimento em
03/06/2043
864.302/2013-SILVA & MOURA LTDA-Registro de Licença N°03/2014 de 09/01/2014-Vencimento em INDETERMINADA
864.334/2013-PEDRO IRAN PEREIRA ESPIRITO SAN-
TO-Registro de Licença N°66/2013 de 16/12/2013-Vencimento em
31/12/2021
864.421/2013-ANANIAS PONCE LACERDA NETO-Registro de Licença N°07/2014 de 14/01/2014-Vencimento em
Determina cumprimento de exigência - Prazo 30 dias(1155)
864.378/2012-REZENDE & RODRIGUES LTDA.-OF.
N°2.690/2013 - SUP/DNPM/TO
864.180/2013-EDMILSON GOMEZ DE SOUZA-OF.
N°2.691/2013 - SUP/DNPM/TO
864.375/2013-RAPHAEL SILVA PEREIRA-OF.
N°2.871/2013 - SUP/DNPM/TO
Prorroga prazo para cumprimento de exigência- Prazo 30
864.413/2012-FRANCISCO NANZIOZENO PAIVA-OF.
N°2.481/2013 - SUP/DNPM/TO
Indefere requerimento de licença - área onerada/Port.
266/2008(1282)
864.343/2013-BORRACHARIA R E M
RÔMULO SOARES MARQUES
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA N
o- 120, DE 16 DE JANEIRO DE 2014 ( * )
Institui o Programa de Incentivo Educacional em Línguas Estrangeiras aos servidores
ativos do quadro de pessoal do Ministério
do Trabalho e Emprego.
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPRE-
GO, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo
único, inciso II, da Constituição Federal e de acordo com o que
dispõe Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006 e a Portaria MTE
nº 111, de 17 de janeiro de 2011, resolve:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Instituir o Programa de Incentivo Educacional em
Línguas Estrangeiras - PIEL, destinado aos servidores efetivos do
Quadro de Pessoal Permanente do Ministério do Trabalho e Emprego
- MTE, lotados e em exercício na Administração Central e Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego - SRTE.
Art. 2º O PIEL tem por objetivo a concessão de incentivo de estudo,
por meio do financiamento parcial de mensalidade de cursos de línguas estrangeiras, mediante reembolso, com o intuito de ampliar a capacidade de atua -
ção profissional dos servidores, com fortalecimento do índice de proficiência,
estimulando a qualificação e o comprometimento do quadro de pessoal, bem
como fomentando a eficiência das políticas públicas sob a gestão do MTE.
§1º O financiamento parcial, a ser custeado pelo MTE, mediante seleção em processo seletivo específico, recairá sobre cursos
de idiomas frequentados por servidores do MTE, conforme definido
pela Coordenação-Geral de Recursos Humanos - CGRH em Edital de
seleção específico.
§2º É de livre escolha do servidor a Instituição de Ensino em
que deseje frequentar curso de idioma estrangeiro.
Art. 3º O PIEL é orientado pelos seguintes princípios:
I - processo de educação como ferramenta essencial para
valorização e desenvolvimento do capital intelectual do MTE;
II - transparência e imparcialidade no processo de seleção;
e
III - transparência e zelo na aplicação de recursos destinados
à qualificação dos servidores.
CAPÍTULO II
DO VALOR DO INCENTIVO
Art. 4º O financiamento parcial do PIEL limitar-se-á ao
reembolso mensal correspondente a R$ 100,00 (cem reais), observado, em todos os casos, o teto máximo de 50% (cinquenta por cento)
do valor da mensalidade do curso de línguas no qual o servidor esteja
matriculado.
§1º O PIEL será custeado com recursos financeiros consignados na Ação 2000 - Capacitação de Servidores Públicos Federais
em Processos e Qualificação e Requalificação, de acordo com os
limites anuais estabelecidos pela CGRH.
§2º Havendo contingenciamento do orçamento anual, o limite previsto no caput deste artigo poderá ser revisto, de forma a
garantir a continuidade do PIEL aos servidores selecionados.
§3º O valor do financiamento não será incorporado à remuneração do servidor e sobre ele não haverá incidência de contribuições
previdenciárias, trabalhistas ou fiscais, bem como não servirá de base de
cálculo para quaisquer outras vantagens pecuniárias ou indenizações.
§4º Em caso de sistemática de pagamento em parcela única,
semestral ou anual, o servidor será reembolsado apenas ao final do
período cursado, em valor máximo proporcional aos limites estabelecidos no caput deste artigo.
CAPÍTULO III
DOS REQUISITOS PARA HABILITAÇÃO NO PROGRA-
MA
Art. 5º Poderá concorrer ao processo de seleção para o PIEL
os servidores que preencherem os seguintes requisitos:
I - ser ocupante de cargo efetivo do quadro permanente do
MTE;
II - estejam comprovadamente matriculados em curso de
línguas;
III - não estar usufruindo nenhuma das licenças previstas nos
incisos II, IV, VI e VII do art. 81 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro
de 1990, nem estar afastado com fundamento nos arts. 93 a 96-A da
mesma Lei.
§1º Descontos eventualmente concedidos pela própria instituição de ensino não inviabilizará o pagamento do financiamento do
PIEL.
§2º Para fins do disposto no inciso II deste artigo, a comprovação da matrícula só será exigida após a realização do processo
seletivo de que trata o artigo 7º desta Portaria.
Art. 6º Não poderá candidatar-se ao processo de seleção para
o PIEL o servidor que:
I - não preencha todos os requisitos elencados no artigo
anterior;
II - estiver frequentando cursos na condição de aluno não
regular, especial, ouvinte, entre outros;
III - estiver em processo de cessão, redistribuição ou aposentadoria.
CAPÍTULO IV
DO PROCESSO SELETIVO
Art. 7º O processo de seleção dos servidores a serem beneficiados pelo PIEL será realizado anualmente, pela CGRH, mediante publicação de Edital específico, onde constarão os critérios de
classificação, bem como o número de vagas oferecidas.
§ 1º A distribuição de vagas deverá observar a proporção da
composição do quadro de servidores efetivos entre a Administração
Central e as SRTE.
§ 2º A periodicidade de que trata o caput deste artigo poderá
ser alterada nas seguintes situações:
I - caso não haja novas vagas, por força de comprometimento orçamentário decorrente da continuidade dos beneficiários
selecionados no processo seletivo anterior;
II - havendo comprometimento do orçamento anual destinado à qualificação dos servidores.
Art. 8º A cada processo seletivo, havendo número maior de
servidores do que o de vagas existentes terá preferência, sucessivamente, o servidor que atender aos seguintes requisitos:
I - não ter sido beneficiado anteriormente pelo PIEL;
II - estar lotado em unidades administrativas que, comprovadamente, exijam conhecimento em idiomas estrangeiros;
III - ter a menor remuneração bruta mensal;
IV - possuir maior tempo de efetivo exercício no MTE;
V- ter a maior faixa de desempenho apurada na última avaliação processada;
VI - ter a maior idade.
§1º Em caso de surgimento de vagas decorrentes de perda do
direito ao PIEL, serão convocados novos candidatos, inicialmente
classificados e não selecionados.
§2º Persistindo a existência de vagas após a convocação do
último candidato classificado, as mesmas não serão preenchidas e os
saldos dos recursos financeiros deverão ser destinados às ações previstas no Plano Anual de Capacitação e Desenvolvimento - PACD do
MTE.
Art. 9º A definição do número de vagas destinadas à concessão do financiamento e à renovação da solicitação, para continuidade
no PIEL,
dependerá
de disponibilidade
orçamentária
anual.
Parágrafo único. A renovação da concessão do PIEL deverá
ser feita semestralmente, por meio da apresentação do histórico de
desempenho referente ao período anterior.
CAPÍTULO V
DO PROCESSAMENTO DO REEMBOLSO
Art. 10. O servidor selecionado para o PIEL deverá requerer,
mensalmente, o reembolso junto à Unidade de Recursos Humanos,
até 30 dias após a efetivação do pagamento da mensalidade, mediante
requerimento específico.
§1º O reembolso ficará condicionado à apresentação da Nota
Fiscal ou comprovante de cobrança bancária, em nome da instituição
de ensino na qual o servidor estiver matriculado, com autenticação
mecânica de pagamento ou acompanhada de comprovante bancário de
quitação.
§2º O reembolso só poderá ser efetivado se a Nota Fiscal ou
comprovante de cobrança bancária, bem como o comprovante bancário de quitação, estiverem em nome do servidor, sendo vedado o
pagamento em nome de terceiro.
§3º No caso de Nota Fiscal deverá constar:
I - nome do servidor;
II - CNPJ da Instituição de Ensino;
III - razão social;
IV - discriminação do serviço;
V - dia, mês e ano da prestação de serviço;
VI - valor em reais;
VII - carimbo de quitação "recebemos" (datado e assinado).
§4º Serão excluídos do cálculo do reembolso juros, multas,
correção monetária ou qualquer outro acréscimo que porventura tenha
sido pago, bem como custos com material didático.
§5º O reembolso dos pagamentos efetuados pelos beneficiários do PIEL será creditado na conta bancária do servidor, via
SIAFI.
CAPÍTULO VI
DOS DEVERES DO BENEFICIÁRIO
Art. 11. Para fins de cumprimento do previsto no parágrafo
único do artigo 9º, deverá o beneficiário apresentar declaração pedagógica do semestre, com o intuito de realizar a renovação do
PIEL.
Art. 12. É obrigatória a comprovação de aprovação ao final
do período cursado.
Parágrafo único. A ausência da apresentação de que trata o
caput implicará a devolução dos valores reembolsados pela Administração.
Art. 13. Em caso de mudança de estabelecimento de ensino no
decorrer do ano, o servidor deverá arcar com as despesas decorrentes da
nova taxa de matrícula e deverá informar antecipadamente, à Unidade de
Recursos Humanos, para efeito de atualização de seus registros cadastrais.
CAPÍTULO VII
DO CANCELAMENTO DO INCENTIVO
Art. 14. Perderá a condição de beneficiário do PIE, o servidor que:
I - desistir, abandonar ou interromper o curso;
II - for redistribuído, cedido, demitido, exonerado ou removido para outra Unidade da Federação;
III - solicitar aposentadoria;
IV - requerer as licenças ou afastamentos previstos nos incisos II, IV, VI e VII do art. 81, arts. 93, 94, 95, 96 e 96-A, da Lei
nº 8.112/90;
V - deixar de apresentar o comprovante de pagamento por
dois meses consecutivos, ressalvada a hipótese do §4º do art. 4º;
Art. 15. O servidor desligado do PIEL poderá concorrer a
novo processo de seleção devendo cumprir, obrigatoriamente, o interstício de um semestre, contado da data em que o servidor foi
desvinculado da condição de beneficiário do Programa.
Art. 16. A constatação, a qualquer tempo, da existência de
declarações inexatas ou de irregularidades na documentação apresentada, resguardado o contraditório e a ampla defesa, acarretará:
Ministério do Trabalho e Emprego
.
Como citar: DESPACHO DO SUPERINTENDENTE — Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 1, 21/01/2014, p. 36