DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa
publicação:(322)
2755/2018-866.713/2016-JOSE MURA JUNIOR-
DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa
publicação:(323)
2761/2018-866.707/2016-MINERAÇÃO APOENA S A-
DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa
publicação:(322)
2799/2018-864.334/2015-MINERAÇÃO CORCOVADO DE
DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa
publicação:(323)
2804/2018-864.218/2015-SÔNIA MENELIK DA COSTA-
descoberto) no montante de R$ 446.539 mil, prejuízos acumulados no
montante de R$ 881.603 mil e excesso de passivo circulante em relação
ao ativo circulante em R$ 852.243 mil. Conforme descrito na nota
explicativa nº 1.1, esses eventos ou condições, juntamente com outros
assuntos descritos na referida nota explicativa, indicam a existência de
incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à
capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião
não está ressalvada em relação a esse assunto.
Ênfase - Riscos relacionados a conformidade com leis e regulamentos -
Laja jato
Chamamos a atenção para a nota explicativa nº 7.v às demonstrações
financeiras, para o fato de que o valor correspondente relativo ao prejuízo
da Companhia em 31 de dezembro de 2016 foi aumentado em R$ 67.166
mil, como resultado da baixa de custos previamente capitalizados em
excesso em exercícios anteriores, representando os valores estimados
relacionados com atividades ilícitas que a Companhia capitalizou em
excesso na aquisição de imobilizado. Nossa opinião não está ressalvada
em relação a esse assunto.
Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado
A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo
em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da
administração da Companhia, cuja apresentação não é requerida às
sociedades anônimas de capital fechado, foi submetida a procedimentos
de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações
financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos
se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e
registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo
estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico
CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa
demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em
todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse
Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações
financeiras tomadas em conjunto.
Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o
relatório dos auditores
A Administração da Companhia é responsável por essas outras
informações que compreendem o Relatório da Administração.
Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o
Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de
conclusão de auditoria sobre esse relatório.
Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa
responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo,
considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as
demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na
auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma
relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há
distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a
comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.
Responsabilidades
da Administração
e
da Governança
pelas
demonstrações financeiras
A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação
das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como
necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras
livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude
ou erro.
Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é
responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar
operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a
sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração
das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda
liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma
alternativa realista para evitar o encerramento das operações.
Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com
responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das
demonstrações financeiras.
Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações
financeiras
Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações
financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante,
independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de
auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de
segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo
com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam
as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser
decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando,
individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma
perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com
base nas referidas demonstrações financeiras.
Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e
internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e
mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:
- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas
demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou
erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a
tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e
suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de
distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de
erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos,
conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.
- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a
auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às
circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre
a eficácia dos controles internos da Companhia.
- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a
razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas
pela Administração.
- Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base
contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de
auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou
condições que possam levantar dúvida significativa em relação à
capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos
que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso
relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações
financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações
forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas
evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia,
eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se
manter em continuidade operacional.
- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das
demonstrações financeiras, inclusive as
divulgações e se as
demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e
os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação
adequada.
- Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito,
entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das
constatações
significativas de
auditoria,
inclusive as
eventuais
deficiências significativas nos controles internos que identificamos
durante nossos trabalhos.
Manaus (AM), 21 de março de 2018
KPMG AUDITORES INDEPENDENTES
CRC SP-014428/O-6 F-AM
LUCIANO MEDEIROS
Contador CRC SP-138148/O-3 T-AM
DANILO SIMAN SIMÕES
Contador CRC 1MG058180/O-2 T-SP
PARECER DO CONSELHO FISCAL
O Conselho Fiscal da Amazonas Geração e Transmissão de Energia S.A.
- Amazonas GT, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,
examinou as Demonstrações Financeiras, complementadas pelas Notas
Explicativas, e tomou conhecimento do Relatório de Administração,
referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2017. Com base na
avaliação efetuada, considerando as práticas contábeis adotadas pela
companhia, assim como o Parecer da KPMG Auditores Independentes,
de 21/03/2018, o Conselho Fiscal opina que os documentos apresentados
estão em condições de serem submetidos à deliberação da Assembleia
Geral de Acionistas.
Brasília (DF), 23 de março de 2018.
MANOEL LUIZ DOS SANTOS FERNANDES
Presidente do Conselho Fiscal
DARIO SPEGIORIN SILVEIRA
Membro Titular do Conselho Fiscal
ANDRÉ LUIZ AMARAL DOS SANTOS
Membro Titular do Conselho Fiscal
DEPARTAMENTO NACIONAL
DE PRODUÇÃO MINERAL
DESPACHO DO DIRETOR GERAL
RELAÇÃO Nº 21/2018/MT
Fase de Requerimento de Pesquisa
O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL
DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa
publicação:(322)
2755/2018-866.713/2016-JOSE MURA JUNIOR-
2756/2018-866.772/2016-COOPERATIVA DE
DESENVOLVIMENTO MINERAL DE NOSSA SENHORA DO
LIVRAMENTO LTDA-
2757/2018-866.742/2017-NELSON JOSE BOTON-
2758/2018-867.021/2017-AGNO DANTAS CAMPOS-
2759/2018-867.062/2017-ELIONEL LEMES DE MORAES-
2760/2018-867.069/2017-JOSÉ SAMPAIO LEITE-
O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL
DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa
publicação:(323)
2761/2018-866.707/2016-MINERAÇÃO APOENA S A-
2762/2018-866.711/2016-MINERAÇÃO APOENA S A-
2763/2018-866.769/2016-COOPERATIVA DE
DESENVOLVIMENTO MINERAL DE NOSSA SENHORA DO
LIVRAMENTO LTDA-
2764/2018-866.351/2017-MINERAÇÃO APOENA S A-
2765/2018-866.352/2017-MINERAÇÃO APOENA S A-
2766/2018-866.353/2017-MINERAÇÃO APOENA S A-
2767/2018-866.446/2017-ANTONIO AGNALDO DO
2768/2018-866.788/2017-MINAS MATO GROSSO
CONSTRUTORA LTDA ME-
2769/2018-867.022/2017-B.P.BATTAGLINI MINERAÇÃO
EIRELI-
2770/2018-867.023/2017-B.P.BATTAGLINI MINERAÇÃO
EIRELI-
2771/2018-867.060/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
2772/2018-867.078/2017-DAVOS COMERCIAL E
EXPLORAÇÃO MINERAL LTDA-
2773/2018-867.085/2017-MONT BLANC MINERAÇÃO LTDA-
2774/2018-867.090/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2775/2018-867.093/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2776/2018-867.094/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2777/2018-867.095/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2778/2018-867.096/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2779/2018-867.097/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2780/2018-867.098/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2781/2018-867.099/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2782/2018-867.100/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2783/2018-867.102/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2784/2018-867.103/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2785/2018-867.104/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2786/2018-867.105/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2787/2018-867.106/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2788/2018-867.107/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2789/2018-867.108/2017-VOTORANTIM METAIS ZINCO S A-
2790/2018-867.182/2017-A R WEBER ME-
2791/2018-867.183/2017-GDMBRASIL GEOLOGIA E
DESENVOLVIMENTO MINERAL LTDA-
2792/2018-867.362/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
2793/2018-867.363/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
2794/2018-867.364/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
2795/2018-867.365/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
2796/2018-867.366/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
2797/2018-867.367/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
2798/2018-867.368/2017-COOPERATIVA DOS
GARIMPEIROS DO VALE DO RIO PEIXOTO COOGAVEPE-
VICTOR HUGO FRONER BICCA
DESPACHO DO DIRETOR GERAL
RELAÇÃO Nº45/2018/TO
Fase de Requerimento de Pesquisa
O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL
DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa
publicação:(322)
2799/2018-864.334/2015-MINERAÇÃO CORCOVADO DE
MINAS LTDA-
2800/2018-864.103/2016-JOAQUIM FLORÊNCIO
VIANA-
2801/2018-864.181/2017-TRAÇADAL AGROPECUARIA LTDA.-
2802/2018-864.182/2017-TRAÇADAL AGROPECUARIA LTDA.-
2803/2018-864.257/2017-AREIAS TOCANTINS LTDA-
O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL
DE PRODUÇÃO MINERAL (Decreto-lei nº 227/67) outorga os
seguintes Alvarás de Pesquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa
publicação:(323)
2804/2018-864.218/2015-SÔNIA MENELIK DA COSTA-
2805/2018-864.053/2017-ROGÉRIO BARBOSA DOS REIS-
2806/2018-864.102/2017-JOÃO HENRIQUE AGUIAR DA
SILVEIRA MENDES-
2807/2018-864.113/2017-MARCOS CORREIA DA SILVA-
2808/2018-864.149/2017-GRANIMARBELLE BRAZIL
LTDA ME-
Como citar: DESPACHO DO DIRETOR GERAL — Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 1, 16/04/2018, p. 188